Psicólogo para adolescentes no Brooklin: um espaço que é só dele.
Psicoterapia de orientação psicanalítica para adolescentes, com Ana Toledo, psicóloga e psicanalista inscrita no CRP 06/189777 — com sigilo sobre o que é dito nas sessões e um lugar claro para os pais.
Esta página foi escrita para dois leitores: os pais, que procuram ajuda para o filho, e o próprio adolescente, que quer saber como a terapia funciona antes de aceitar ir.
A 5 minutos a pé do Metrô Brooklin
A adolescência reorganiza quase tudo ao mesmo tempo.
O corpo, os amigos, a relação com os pais, a escola e a ideia que se tem de si mudam de uma vez. Nem todo sofrimento dessa fase pede tratamento — mas quando ele persiste, isola ou paralisa, vale ter um lugar para falar dele.
Angústia e ansiedade
Um aperto difícil de explicar, preocupação constante, crises antes de provas ou situações sociais.
Tristeza e isolamento
Perder o interesse pelo que antes importava, passar muito tempo fechado no quarto, afastar-se dos amigos.
Conflitos em casa
Brigas que se repetem, sensação de não ser entendido, separação dos pais, novas configurações da família.
Escola e futuro
Pressão por desempenho, vestibular, escolha de profissão e o peso de ter que decidir tanta coisa cedo.
Corpo e imagem
A relação com o próprio corpo, com a aparência e com a comparação permanente das redes sociais.
Quem eu sou
Amizades, namoro, sexualidade, pertencimento a um grupo — as perguntas que a adolescência coloca sobre quem se é.
O que fica entre o adolescente e a psicóloga.
Um adolescente só fala de verdade quando confia que aquilo não será levado para casa. Por isso, o que ele diz nas sessões é protegido pelo sigilo profissional — também em relação aos pais.
Isso não significa deixar a família de fora. O art. 13 do Código de Ética Profissional do Psicólogo estabelece que, no atendimento de adolescentes, aos responsáveis é comunicado o estritamente essencial para que possam agir em benefício dele. Os pais sabem como o processo está indo e são chamados quando é preciso — sem que a sessão vire um relatório do que foi dito.
Existe uma exceção, e ela é dita com clareza desde o começo: situações de risco à vida ou à integridade do adolescente ou de outras pessoas. Nesses casos, os responsáveis precisam ser envolvidos.
Esse acordo é conversado abertamente com o adolescente e com a família no início do processo, para que todos saibam o que esperar.
Como vocês participam
- O primeiro contato costuma partir de vocês. O formato das primeiras conversas — com os responsáveis, com o adolescente ou com todos — é combinado nesse contato.
- O atendimento regular depende da autorização de ao menos um dos responsáveis, conforme o art. 8º do Código de Ética.
- Encontros com a família acontecem quando são necessários ao trabalho, sempre com o conhecimento do adolescente.
- Evitem apresentar a terapia como castigo. Ela funciona melhor quando o adolescente a percebe como algo para ele, não contra ele.
Se você está pensando em fazer terapia
- O que você fala fica aqui. Seus pais não recebem um relato das sessões. A única exceção é se houver risco à sua vida ou à de alguém — e isso é dito a você desde o começo.
- Não tem roteiro. Você não precisa chegar sabendo o que dizer, nem ter um “problema grave”. Dá para começar falando de qualquer coisa.
- Ninguém vai te dar sermão. A terapia não é lugar de conselho nem de bronca. É um tempo para pensar em voz alta, com alguém que escuta.
- Você pode escrever primeiro. Para começar de fato, um responsável precisa autorizar — mas a psicóloga pode te ajudar a pensar em como falar disso em casa.
Em situação de crise
A psicoterapia não é um serviço de urgência. Se houver risco imediato à vida, ligue para o SAMU — 192 ou procure o pronto-socorro mais próximo. O CVV — Centro de Valorização da Vida atende de graça, 24 horas por dia, pelo telefone 188 e pelo site cvv.org.br.
Ana Toledo
Psicóloga Clínica e Psicanalista | CRP 06/189777
Psicóloga, pós-graduada em Psicanálise e Análise do Contemporâneo e em Psicologia do Esporte. Com adolescentes, sustenta uma escuta que leva a sério o que cada um vive — inclusive o que se passa nas redes, na escola e no corpo —, sem transformar a sessão em sermão.
Atende também crianças e adultos, e é a responsável técnica da Atenta, no Brooklin.
5 minutos
a pé do Metrô Brooklin
Avenida Santo Amaro, 5346 — Sala 12, no Brooklin. Com autorização dos responsáveis, muitos adolescentes vêm sozinhos: a Saída A do Metrô Brooklin, na Linha 5–Lilás, fica a poucos minutos da porta. Na portaria 24 horas, é só se identificar e subir.
Na Zona Sul de São Paulo, com fácil chegada para quem mora ou estuda no Brooklin, Campo Belo, Moema, Santo Amaro, Vila Olímpia e Itaim Bibi.
Na Zona Sul de São Paulo, com fácil chegada para quem mora ou estuda no Brooklin, Campo Belo, Moema, Santo Amaro, Vila Olímpia e Itaim Bibi.
O que pais e adolescentes costumam perguntar
A psicóloga conta aos pais o que o adolescente fala na sessão?
Não. O conteúdo das sessões é protegido pelo sigilo profissional. Aos pais ou responsáveis é comunicado apenas o estritamente essencial para que possam tomar medidas em benefício do adolescente, como determina o art. 13 do Código de Ética Profissional do Psicólogo. A exceção são as situações de risco à vida ou à integridade do adolescente ou de outras pessoas, em que os responsáveis precisam ser envolvidos. Esse acordo é explicado abertamente ao adolescente e à família logo no início.
Meu filho não quer ir ao psicólogo. O que fazer?
É muito comum, e não impede que o trabalho comece. Evite apresentar a terapia como castigo ou como prova de que há algo errado com ele. Uma possibilidade é os próprios responsáveis procurarem a psicóloga primeiro, para conversar sobre a situação. Outra é propor ao adolescente alguns encontros iniciais, deixando claro que ele poderá dizer o que achou. Muitas vezes a resistência diminui quando ele percebe que aquele espaço é dele, e não uma extensão da casa ou da escola.
O adolescente pode procurar a psicóloga por conta própria?
Ele pode entrar em contato e tirar dúvidas. Para que o atendimento aconteça de forma regular, porém, é necessária a autorização de pelo menos um dos responsáveis, como prevê o art. 8º do Código de Ética Profissional do Psicólogo. A psicóloga ajuda a pensar como envolver a família quando o adolescente tem receio de conversar com ela sobre isso.
Os pais participam do processo?
Participam, mas de um jeito diferente do atendimento de crianças. O espaço das sessões é do adolescente. Encontros com os pais ou com a família acontecem quando são necessários ao trabalho, e sempre com o conhecimento do adolescente — nada é conversado com os pais pelas costas dele.
O adolescente pode ir sozinho às sessões?
Sim, quando os responsáveis autorizam. O consultório fica na Avenida Santo Amaro, 5346, no Brooklin, a 5 minutos a pé do Metrô Brooklin, na Linha 5–Lilás, pela Saída A, o que facilita que muitos adolescentes venham sozinhos. Na portaria 24 horas, ele se identifica e sobe até a sala, onde a psicóloga o recebe.
O atendimento de adolescentes pode ser online?
O atendimento é presencial na sala do Brooklin, e essa é a modalidade padrão. O online é possível conforme a demanda e mediante avaliação da profissional, em conformidade com a Resolução CFP nº 11/2018. No caso de adolescentes, é preciso garantir que ele tenha em casa um lugar reservado, onde possa falar sem ser ouvido.
Com que frequência são as sessões?
As sessões acontecem em dia e horário fixos, e a frequência semanal é combinada no início, de acordo com a demanda e com a rotina do adolescente — escola, cursos, esportes. Essa regularidade é parte do trabalho: o horário fixo marca que existe um tempo que é só dele.
E se houver uma situação de crise?
A psicoterapia não é um serviço de urgência. Em situação de risco imediato à vida, procure o SAMU pelo 192 ou o pronto-socorro mais próximo. O CVV — Centro de Valorização da Vida atende gratuitamente, 24 horas por dia, pelo telefone 188 e pelo site cvv.org.br. A psicóloga deve ser comunicada assim que possível.
Como os dados de adolescentes são tratados: veja a Política de Privacidade.
Às vezes, o que mais ajuda é ter um lugar onde se pode falar.
Escreva para marcar a primeira conversa. Não é preciso explicar a situação por mensagem.
Ana Toledo • Psicóloga e Psicanalista • CRP 06/189777